Pubicado em: sáb, nov 12th, 2016

LAVA JATO EM CHEQUE

 

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Os componentes para montar a PIZZA da LAVA JATO escolhidos a dedos contidos em várias mãos, e, que a muito vem sendo politicamente coaptados sem escrúpulos pelas partes envolvidas, entremeadas infelizmente entre os principais poderes instituídos a saber: “PODER” Legislativo, “PODER” Executivo e pasmem todos, o “PODER” Judiciário.

A audiência marcada para tratar ou até definir o tamanho, formato bem como os ingredientes palatáveis ao gosto de seus mentores, poderá ocorrer em 18/11/2016, pois, não foi por acaso que LULA e TEMER foram confirmados por MORO, para serem testemunhas de defesa para o ainda influente mor Sr. EDUARDO CONSENTINO DA CUNHA, que é portador de um enorme, sigiloso e estratégico arsenal político e que incrivelmente por mais absurdo que pareça, ainda encoberto pelo Véu.

Ciente de que o povão do qual sou parte nesse contexto, tem ocupado apenas a função do q.s.p (quantidade suficiente na formação do produto), penso que só nos resta aguardar, pois, o fornecedor do princípio ativo desse produto a ser por nós consumido, foi eleito recentemente em U.S.A. Porém, qualquer que fosse o vencedor daquele pleito, por aqui, nada mudaria já que ultimamente estamos à mercê desse comando de modo involuntário, devido aos influentes catalizadores políticos que de maneira parcial e escancarada, estão ardilosamente coaptando em favor desse comando superior.

Temos que urgentemente desenvolver um antídoto potencializado de patriotismo, a ser aplicado a partir da esfera FEDERAL até a base, que seja capaz de conscientizar os detentores de comandos quanto aos atos por eles praticados, bem como nas decisões a serem tomadas daqui em diante.

Diante o aqui exposto, quero então sugerir que o verbo PODER a esses conferidos, e, até então aplicado somente para ostentação pessoal de seus portadores, seja substituído pelo verbo D E V E R, para sugerir melhor o cumprimento das obrigações e deveres à esses conferidos, tornando os dessa forma, cidadãos brasileiros de verdade.

 

 

Tanabi, 11 de novembro de 2016.

Por: Antônio Evangelista Neves.

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Antônio Evangelista Neves